NA ONDA DA TECNOLOGIA


|| Tech & TV
20/06/2012 às 13h26 | Por Igor Dias
Na onda da tecnologia, emissoras investem em propagandas veiculadas em suas programações; é o famoso “merchandising”.

Que a tecnologia está invadindo todos os meios de interação social, isso todo mundo já sabe. Até aí, nada de novo. Mas, recentemente, as emissoras de televisão, acostumadas às inserções em sua grade, agora investem em uma nova inserção: o merchandising de aparelhos móveis.

Em uma novela ou série, é raro as personagens interagirem com televisores, contudo, dadas as novas práticas tecnológicas, as novas ferramentas disponibilizadas pelo mercado, como os “tablets”, disponibilizam os novos nichos de mercado. E de olho neste mercado, ainda não tão explorado pelas demais emissoras, a Globo inicia um novo processo na área publicitária. E, com iniciativa da diretoria da emissora, personagens não só assistem programas de TV (o que vinham fazendo há algum tempo), como acessam programas televisivos por meio de “tablets” e demais aparelhos móveis (celulares, televisores portáteis, entre outros).

Em sua coluna, Cristina Padiglione (O Estado de São Paulo – veja artigo clicando aqui), mostra essa nova realidade vivida nos corredores televisivos. E, numa nota divulgada a ela para seu artigo, a Central Globo de Comunicação (CGC) disserta a respeito dessa nova tendência de mercado: A iniciativa reflete os novos hábitos de consumo de televisão, aos quais a Globo está atenta, seja levando seus conteúdos para todas as plataformas, seja mostrando como eles vão sendo consumidos de forma cada vez mais dinâmica pelos telespectadores. Todas essas novas plataformas são objeto de estudo pela emissora, que está de olho em tudo que enriquece a experiência de assistir à TV. É uma demonstração das possibilidades proporcionadas pelo sistema de transmissão digital no Brasil. Uma delas é o sinal digital móvel que permite assistir ao sinal da TV aberta em aparelhos móveis.

Fato é que os brasileiros estão vivenciando um novo momento econômico, contrastando, ainda, com as diversas e preocupantes situações sociais existentes dentro das fronteiras culturais e sociais do país, em que, de um lado, há o desenvolvimento em alta velocidade, e, do outro, o atraso de certas localidades, em que as pessoas sequer sabem o que é um televisor.

O MERCADO

Nunca se consumiu tanto no país, essa é uma realidade observada em diversos setores da economia brasileira. E, vidrado em tecnologia, os brasileiros começam a interagir com o mercado High Tech como nunca havia interagido.

E o mais interessante nisto é que o brasileiro paga muito caro para ter consigo a posse destes recursos. Segundo artigo da revista Veja, publicado em março deste ano, o Brasil é o país que paga mais caro pelo Iphone. Enquanto o estadunidense paga US$ 815, o brasileiro paga, em média, US$ 1650. Isso é proporcionado pela alta carga tributária que incide sobre o Iphone no Brasil, e não apenas pelo câmbio entre as moedas.

Com isso, o fluxo de turistas que efetuam compras no exterior tem aumentado, já que é, basicamente, impraticável a compra de diversos produtos dentro do Brasil.

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